segunda-feira, 15 de março de 2010

“A um ser chamado mulher”

“Mulher é um ser plural,

Mulher é criatura entre as demais,

Mas no mundo só há um coração,

Que está apto a poder trazer à nossa vida,

Um arco-íris de cor, de dádiva, de abnegação e beleza,

Toda a Mãe, e apenas por ser mulher,

Faz a entrega daquele único amor que sabe ganhar a eternidade,

Porque ser mulher,

Significa simplesmente ser um ser apto a reconhecer dentro de si,

A dádiva genuína de Deus e da Natureza,

A sua própria existência na diversidade e o outro enquanto alteridade de si e da qual não se dispensa,

Porque o facto de ser mulher,

De louvar a mulher,

Jamais nos dispensa a reconhecer,

Atribuir valor e ter que falar com dignidade do

ser Homem!


este foi um pequeno poema que encontrei na net, a qual dediquei a uma MULHER que carrega o fardo de ser "mulher-mãe-pai", e que mantém todos os dias um sorriso.....

terça-feira, 9 de março de 2010

viver a vida

viver é apreciar tudo o que a vida oferece. a vida é feita de momentos, momentos bons, momentos menos bons.
viver é saber agarrar cada momento e dele retirar toda a magia.
viver é lutar por fazer de todos os momentos, momentos mágicos.
a vida é um caminho longo onde tudo depende de nós.
cada um tem o seu caminho a perseguir, cada um tem o seu caminho a descobrir.
percorrer o caminho é arriscar, cair, lutar, levantar, sorrir, acreditar no impossível, pintar o mundo de cores novas, ter sede de infinito, criar as próprias regras, ser livre, viver cada momento, sonhar.

hoje abro um pouco mais a janela, a minha janela apenas meio aberta.
afinal,
a vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.
hoje percorro o caminho com o espírito aberto.
hoje percorro o caminho de sorriso no rosto.
hoje percorro o caminho acompanhado.
hoje percorro o caminho das estrelas.
hoje percorro o caminho de luzes que acendem e brilham...

VOLTEI.......

após uma pausa prolongada, causada por algumas contratempos e "ilusões", aqui estou eu....
pronto para tudo, para rir, gritar, chorar, sofrer....
acima de tudo, pronto para viver!!!!!!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

tudo ou nada! - 2

eu quero um amor de tudo ou nada!
todo feito ternura e sentimento, de cor, cheiro forte e movimento, fusão de noite escura e madrugada.
eu quero um amor de entrega inteira, impossível fusão de água e fogo, que haja ebulição de tal maneira, que nos tornemos dois num só. eu quero amor que num momento faça a Eternidade dum só Tempo......

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

indiferença


não existe coisa pior do que a indiferença daqueles que amamos mais. e talvez esse seja o maior desafio do amor e a dor mais aguda que o coração possa sentir: continuar amando quando tudo que se recebe de volta é o silêncio indiferente. porque se há algo que o amor não pode garantir é reciprocidade. mas nisso sabemos que amamos de verdade, quando o amor "tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". e o que aparentemente é perda é na verdade ganho, porque se há algo que o amor pode fazer é nos tornar pessoas melhores. e não há amor recebido que produza o mesmo efeito do amor dado.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

hoje estou triste

a tristeza invade e toma conta do tempo. as palavras que me ocorrem são melancólicas e viradas do avesso da alegria, que normalmente, consomem o ar que respiro. mas hoje, nuvens negras, pairam no meu sentir, provavelmente irá chover no meu contentamento, senão faço o treino do pensamento matinal, sim esse em que arrumo as gavetas da nostalgia e calo o teu silêncio, com as palavras da memória, com o teu olhar que habita no meu ser... essa tristeza que me consome os sentidos é acompanhada pela música do teu afastamento, da ausência das tuas palavras. mas tudo é efémero, até a minha tristeza...

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

a espera do amor


"recontei o tempo, andei para trás, colecionei dias e noites,
atrasei as horas, segurei as nuvens e troquei as estações.
reguei a saudade e cochilei nas suas sombras.
subi oliveiras entardecidas de espera.
no quintal, apanhei um pé de palavras e arranjei uns versos silvestres no vaso.
sentei na soleira da porta e desenhei o teu nome na terra.
poli a lua, dei corda as estrelas, arrumei o céu.
debrucei meu coração na janela, até o meu peito ficar marcado pela DOR DA ESPERA."