viver é apreciar tudo o que a vida oferece. a vida é feita de momentos, momentos bons, momentos menos bons.
viver é saber agarrar cada momento e dele retirar toda a magia.
viver é lutar por fazer de todos os momentos, momentos mágicos.
a vida é um caminho longo onde tudo depende de nós.
cada um tem o seu caminho a perseguir, cada um tem o seu caminho a descobrir.
percorrer o caminho é arriscar, cair, lutar, levantar, sorrir, acreditar no impossível, pintar o mundo de cores novas, ter sede de infinito, criar as próprias regras, ser livre, viver cada momento, sonhar.
hoje abro um pouco mais a janela, a minha janela apenas meio aberta.
afinal,
a vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.
hoje percorro o caminho com o espírito aberto.
hoje percorro o caminho de sorriso no rosto.
hoje percorro o caminho acompanhado.
hoje percorro o caminho das estrelas.
hoje percorro o caminho de luzes que acendem e brilham...
Neste blogue, coloco as minhas emoções... muitas alegrias, mas também algumas lágrimas... Aqui escrevo apenas o que sinto. Todas as emoções em que um "sim" ou um "não" pode mudar toda a nossa existência. -agradecia comentários-
terça-feira, 9 de março de 2010
VOLTEI.......
após uma pausa prolongada, causada por algumas contratempos e "ilusões", aqui estou eu....
pronto para tudo, para rir, gritar, chorar, sofrer....
acima de tudo, pronto para viver!!!!!!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
tudo ou nada! - 2
eu quero um amor de tudo ou nada!
todo feito ternura e sentimento, de cor, cheiro forte e movimento, fusão de noite escura e madrugada.
eu quero um amor de entrega inteira, impossível fusão de água e fogo, que haja ebulição de tal maneira, que nos tornemos dois num só. eu quero amor que num momento faça a Eternidade dum só Tempo......
todo feito ternura e sentimento, de cor, cheiro forte e movimento, fusão de noite escura e madrugada.
eu quero um amor de entrega inteira, impossível fusão de água e fogo, que haja ebulição de tal maneira, que nos tornemos dois num só. eu quero amor que num momento faça a Eternidade dum só Tempo......
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
indiferença

não existe coisa pior do que a indiferença daqueles que amamos mais. e talvez esse seja o maior desafio do amor e a dor mais aguda que o coração possa sentir: continuar amando quando tudo que se recebe de volta é o silêncio indiferente. porque se há algo que o amor não pode garantir é reciprocidade. mas nisso sabemos que amamos de verdade, quando o amor "tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". e o que aparentemente é perda é na verdade ganho, porque se há algo que o amor pode fazer é nos tornar pessoas melhores. e não há amor recebido que produza o mesmo efeito do amor dado.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
hoje estou triste
a tristeza invade e toma conta do tempo. as palavras que me ocorrem são melancólicas e viradas do avesso da alegria, que normalmente, consomem o ar que respiro. mas hoje, nuvens negras, pairam no meu sentir, provavelmente irá chover no meu contentamento, senão faço o treino do pensamento matinal, sim esse em que arrumo as gavetas da nostalgia e calo o teu silêncio, com as palavras da memória, com o teu olhar que habita no meu ser... essa tristeza que me consome os sentidos é acompanhada pela música do teu afastamento, da ausência das tuas palavras. mas tudo é efémero, até a minha tristeza...
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
a espera do amor

"recontei o tempo, andei para trás, colecionei dias e noites,
atrasei as horas, segurei as nuvens e troquei as estações.
reguei a saudade e cochilei nas suas sombras.
subi oliveiras entardecidas de espera.
no quintal, apanhei um pé de palavras e arranjei uns versos silvestres no vaso.
sentei na soleira da porta e desenhei o teu nome na terra.
poli a lua, dei corda as estrelas, arrumei o céu.
debrucei meu coração na janela, até o meu peito ficar marcado pela DOR DA ESPERA."
atrasei as horas, segurei as nuvens e troquei as estações.
reguei a saudade e cochilei nas suas sombras.
subi oliveiras entardecidas de espera.
no quintal, apanhei um pé de palavras e arranjei uns versos silvestres no vaso.
sentei na soleira da porta e desenhei o teu nome na terra.
poli a lua, dei corda as estrelas, arrumei o céu.
debrucei meu coração na janela, até o meu peito ficar marcado pela DOR DA ESPERA."
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
quando o amor dói
alturas há em que, apesar do céu azul e brilhante e do sol quente e acolhedor que brilham lá fora, o coração sangra e chora, por entre um mar de mágoa e dor. entre as lágrimas de tristeza e nostalgia, o enorme sentimento de impotência perante toda uma situação que se afigura incompreensível e inaudita aos olhos de que se vê como um mero espectador, apesar de se encontrar envolvido na mesma. as questões surgem. então, tão rápidas e velozes quanto vazias no silêncio incógnito das respostas desconhecidas. a cabeça começa a girar, aflita, sem rumo, por entre um turbilhão de recordações, memórias e lembranças. "pára!" grita, por entre a revolta de não compreender o porquê, de não conhecer as razões, de toda uma incerteza avassaladora.
quer compreender, entender, perceber. questiona, interroga e espera desesperadamente por uma resposta que não chega nunca ou que, ao surgir, é já tardia perantes todos os danos entretanto causados pela solidão em que se sente deixado ao abandono de si mesmo.
o amor dói, então, como nunca o havia magoado antes. dói pela incógnita, pela ausência, pelo silêncio que se prolonga indefinidamente, no espaço e no tempo, tornando-se quase irreal. magoa pela indiferença, pela frieza, pela aspereza de palavras ríspidas e ausentes de qualquer carinho, que o derrubam e o deixam caído no vazio do inesperado.
deseja saber então que caminho seguir, que atitutes tomar e, sob o peso esmagador dessa dor sem nome que o persegue e atormenta, encontrar algo que lhe traga luz e esperança, que o faça acreditar que, independentemente do percurso a trilhar, tudo se irá resolver, clarificar.
quando o amor dói, sente-se perdido, abandonado e vazio, como um barco à deriva num mar de dúvidas e abandono, sem rumo traçado ou espelhado e o guie nesta viagem que é a vida.
ainda assim, por muito que chova dentro de si, cada gota uma lágrima derramada pelo coração que chora de dor, sabe que não saberia viver sem amor.
por muito que doa, ainda é ele que lhe dá alento e o faz viver?
quer compreender, entender, perceber. questiona, interroga e espera desesperadamente por uma resposta que não chega nunca ou que, ao surgir, é já tardia perantes todos os danos entretanto causados pela solidão em que se sente deixado ao abandono de si mesmo.
o amor dói, então, como nunca o havia magoado antes. dói pela incógnita, pela ausência, pelo silêncio que se prolonga indefinidamente, no espaço e no tempo, tornando-se quase irreal. magoa pela indiferença, pela frieza, pela aspereza de palavras ríspidas e ausentes de qualquer carinho, que o derrubam e o deixam caído no vazio do inesperado.
deseja saber então que caminho seguir, que atitutes tomar e, sob o peso esmagador dessa dor sem nome que o persegue e atormenta, encontrar algo que lhe traga luz e esperança, que o faça acreditar que, independentemente do percurso a trilhar, tudo se irá resolver, clarificar.
quando o amor dói, sente-se perdido, abandonado e vazio, como um barco à deriva num mar de dúvidas e abandono, sem rumo traçado ou espelhado e o guie nesta viagem que é a vida.
ainda assim, por muito que chova dentro de si, cada gota uma lágrima derramada pelo coração que chora de dor, sabe que não saberia viver sem amor.
por muito que doa, ainda é ele que lhe dá alento e o faz viver?
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